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Postagens

Encerramento de 2017

Encerramos 2017 com a Horta desta forma →/↑

   Muitas plantas floresceram e amadureceram, outras secaram e deram lugar a novas mudas. A Horta participou de inúmeros eventos (coletas de borra de café, construção de minhocários, rodas de conversa, mutirões) e recebeu atenção de muitos da comunidade.



  A professora Helena (↓) foi uma das últimas a colaborar com a Horta este ano: trouxe uma mudinha de batata doce japonesa.     Desejamos a todos boas festas e um 2018 florido e farto em temperos! (Claro que contamos com a colaboração de quem aparecer 😏).

Postagens recentes

Como foi o último mutirão do semestre

Hoje ocorreu o último mutirão do semestre. A horta estava em concordância com o inverno que se inicia: seca pela escassez de chuvas.
Retiramos o mato inominável dos canteiros, lamentamos a partida de algumas plantas (poejo, cavalinha, hortelã), abastecemos as demais com regas generosas, plantamos manjericão e colhemos cúrcuma¹. Muita cúrcuma. 
Um mutirão é uma oportunidade de desenvolver interações sociais através de ações educativas e participativas promotoras da saúde das coletividades e que envolvem sustentabilidade ambiental e alimentação.  Parece acadêmico demais, não? Garantimos, no entanto, que é bem prático e ideal para "pôr a mão na terra".





Para os que se interessaram pelos próximos mutirões (que acontecem de dois em dois meses): A horta localiza-se nas proximidades do Restaurante Universitário e da Creche, contando com três minhocários, algumas jardineiras e quatro canteiros agroecológicos enriquecidos pela diversidade dos cultivares: hortaliças, flores, ervas medicinai…

Último mutirão do semestre

Venha plantar e colher!
A Horta FSP convida a todos para um período de cuidado, plantio ou colheita na horta comunitária da faculdade. O evento é livre e aberto a todos os interessados em hortas urbanas, sustentabilidade e conexão com a natureza.


Bactérias antidepressivas no solo: mexer na terra traz paz

"Poder terapêutico da terra"; "benefícios da conexão com a natureza"; "leveza do ar limpo e verde" - são todos emblemas que revitalizam certo estado de paz após o contato com a natureza e cuidado com a terra.
Associações como essa têm como consequência o positivo crescimentos de propostas como o cultivo de hortas em hospitais, unidades psiquiátricas, lares para idosos, espaços comuns.
Em contrapartida, o estilo de vida tipicamente urbano dá-se como estressante devido a fatores distintos: trânsito, longa jornada de trabalho, superpopulação, poluição sonora e de luzes, ambientes mais fechados. 
Cientificamente propõem-se ativos seres vivos causadores da agradável sensação após o contato com a terra: chamam-se Mycobacterium vaccae .


Mycobacterium vaccae sãobactérias específicas do solo que estudos apontam poder aliviar sintomas comportamentais do estresse e até mesmo depressão. 
Evidencia-se queM. vaccae,quando injetadas em ratos, ativam um conjunto de neurônios …

Recomendação: Comer é PANC

A Horta FSP recomenda esta série de eventos, organizada pelo SESC Pompeia, em que "chefs de cozinha, nutricionistas, agrônomos, produtores e pesquisadores são convidados para falar sobre Plantas Alimentícias Não Convencionais e suas formas de preparo. debatendo sobre a introdução dessas plantas no cardápio diário, contribuindo para uma alimentação mais sustentável e equilibrada".
A programação é quinzenal, até o mês de novembro.


Cenoura

"A cenoura, espécie Daucus carota L., é da família Apiaceae. À família da cenoura pertencem a salsinha, aipo, coentro, erva-doce e nabo. É originária de áreas temperadas da Ásia Central (Índia, Afeganistão e Rússia) e sua cultura remonta há mais de dois mil anos. A colonização portuguesa trouxe a cenoura para o Brasil, mas sua difusão, principalmente no sul e sudeste, só ocorreu depois da imigração de asiáticos e outros europeus. A cenoura destaca-se das outras hortaliças pela grande quantidade de vitamina A que possui, nutriente muito importante para a visão, na prevenção da cegueira noturna e xeroftalmia e no crescimento saudável das crianças. Ela é muito rica em outras vitaminas como B1 e B2, C e K e em sais minerais (Potássio, Ferro, Cobre e Manganês). As fibras, importantes para o funcionamento do intestino e a pectina capaz de baixar a taxa de colesterol do organismo são abundantes na cenoura e constituem mais uma razão para o seu uso na alimentação diária. O baixo consumo …

Quebra-pedra (pedras dos rins?!)

Conhecido popularmente como quebra-pedra, erva-pombinha, quebra-pedra verdadeiro, quebra-pedra-roxo, o Phyllanthus niruri, pertencente à família Phyllanthaceae tem suas folhas usadas como diuréticas, em afecções do fígado, icterícia, cólicas renais, moléstias da bexiga, retenção urinária e como auxiliar na eliminação de ácido úrico. As raízes são também utilizadas em afecções hepáticas com icterícia e os frutos, as sementes e as folhas em diabetes, para dor nos rins, bexiga, dificuldades em urinar, pedra nos rins e como diurético. Apresenta ação antibacteriana (Staphylococcus), antiespasmódica, anticancerígena, antihepatotóxica e antioxidante. Aponta-se que a utilização de Phyllanthus niruri promove um relaxamento dos ureteres que, aliado a uma ação analgésica, facilita a descida de cálculos renais. Haveria um aumento, portanto, da filtração glomerular da excreção de ácido úrico. Justifica-se, assim, o uso popular para pedra nos rins. O extrato de Phyllanthus niruri também normaliza os…

Baunilha+Coco=Macassá

O macassá é cultivado no Brasil como planta medicinal contra doenças de pele, olhos e ouvidos. É de origem africana, usado em rituais praticados por religiões afro-brasileiras; como aromatizador de sopas e substituto de sabonete e, na perfumaria, seu óleo essencial  de perfume doce é extraído.¹
A descrição desse perfume doce é ampla: alguns associam ao coco, outros à baunilha e, outros, ainda, à mistura dos dois.²
Pode-se considerar o macassá uma PANC (Planta Alimentícia não Convencional), termo que se refere a todas as plantas que possuem uma ou mais partes comestíveis, sendo elas espontâneas ou cultivadas, nativas ou exóticas que não estão incluídas em nosso cardápio cotidiano.³
Utiliza-se macassá como substituto da baunilha, na aromatização de leites e no preparo de extrato vegetal, por exemplo.

Segue uma receita de arroz doce com macassá:⁴
Arroz doce com macassá fonte da imagem: https://viveirosabordefazenda.wordpress.com/2016/03/03/o-perfumado-macassa/. Acesso em 23 de maio de 2018.
Ing…